O secretário municipal de Saúde, Antônio Carlos Guimarães, e técnicas do Departamento de Atenção Básica estiveram na Câmara de Paulínia nesta quinta-feira (27/8) para esclarecer dúvidas sobre o Acolhe Paulínia e explicar o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Vereadores relataram reclamações recebidas da população, como demora no atendimento e no cadastramento das famílias, dificuldade de contato por telefone, tratamento de alguns funcionários e casos pontuais de assistência considerada deficiente.
Guimarães afirmou que o objetivo é reorganizar a atenção primária para facilitar o acesso e ampliar a Estratégia Saúde da Família. O novo modelo divide a cidade em territórios. Cada equipe de Saúde da Família, responsável por aproximadamente 3 mil habitantes, conta com médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agente comunitário.
O Acolhe começou como piloto na UBS Jardim Amélia, em dezembro de 2025, e está há cerca de três meses também nas unidades Centro e Monte Alegre. A apresentação da Secretaria aponta redução da espera de três a quatro meses para no máximo 72 horas. A pasta também indica que mais de 90% das pessoas que procuram atendimento nas três UBSs são atendidas por médico ou enfermeiro no mesmo dia.
Segundo o secretário, todos que procuram uma UBS recebem atendimento, mas o acompanhamento contínuo será feito pela equipe da região onde o paciente mora. A Saúde está levantando esses dados para vincular cada morador ao território correspondente.
Para Guimarães, a ampliação do número de agentes comunitários, autorizada pela Câmara, permitiu avançar no projeto. Hoje, segundo ele, 105 agentes dos 180 previstos já estão contratados.
Fonte: CMP
