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NEGÓCIOS: Ultracargo e bp ampliam capacidade de armazenagem para fortalecer hub logístico multimodal


A Opla, joint venture entre a bp e Ultracargo, finalizou a construção de seu novo ativo no terminal de Paulínia, elevando a capacidade estática da unidade para aproximadamente 202 mil m³. 

O novo tanque, com 20 mil m³, assumirá, inicialmente, o armazenamento de etanol anidro, liberando outras estruturas para a movimentação de gasolina — combustível que ainda não fazia parte da operação logística do terminal em Paulínia, cuja capacidade será comercializada pela Ultracargo.

A mudança garante ao terminal uma versatilidade inédita para ajustar a movimentação e armazenagem de produtos conforme a sazonalidade das safras e as demandas logísticas de mercado.

 A execução do projeto destaca-se, também, pela inovação tecnológica, já que este é o primeiro tanque da unidade a utilizar teto geodésico em liga de alumínio. Essa solução de engenharia amplia ligeiramente o volume útil de armazenamento devido ao seu formato cônico e contribui para a redução das emissões fugitivas de vapores.

“A estrutura também conta com um sistema de segurança de ponta, com sprinklers em toda a extensão do teto, e foi projetada para oferecer maior eficiência operacional e controle de estoque, garantindo integridade e conformidade rigorosa aos produtos armazenados”, explica o Diretor de Operações da Ultracargo, Douglas Marques.

Para o mercado, a expansão funciona como um hub logístico de alta performance, com potencial de gerar um crescimento relevante de movimentação de etanol no terminal com a entrada do novo ativo.

Conectado aos modais rodoviário, dutoviário e ferroviário, o terminal de Paulínia se tornará um eixo de integração capaz de potencializar operacionalmente até 160 vagões por dia por meio de seu desvio ferroviário, inaugurado em junho de 2025.