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GREVE: Paralisação de terceirizados na Replan completa uma semana

A greve dos trabalhadores terceirizados que atuam na Refinaria de Paulínia (Replan) completou uma semana nesta segunda-feira (22). ​O movimento teve início após a rejeição da proposta patronal apresentada durante as negociações do dissídio coletivo de 2026.

A paralisação das atividades foi aprovada pela maioria dos trabalhadores em assembleia organizada pelo Sinticom Campinas (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário).
▪️ Divergências e pontos de acordo
​Embora as conversas tenham avançado em alguns tópicos com a mediação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o reajuste salarial e o vale-alimentação continuam sendo os principais nós do conflito.
​Os trabalhadores já aceitaram parte da proposta do tribunal, que inclui o reajuste de 10% no café da manhã, 7,14% na Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e 6,5% na cesta natalina. No entanto, a categoria ainda pleiteia um reajuste salarial de 8% e um aumento de 10% no vale-alimentação — índices que ficam acima dos 6,5% e 8%, respectivamente, oferecidos pelas empresas.
​Outra exigência crucial dos grevistas para o fim do movimento é a garantia do abono integral dos dias parados.