ÁGUA: Mesmo após força-tarefa da Sabesp, problema na água persiste; Prefeito Danilo Barros cobra soluções
O que parecia um problema pontual está se tornando uma dor de cabeça prolongada para a população de Paulínia. Já na segunda semana de reclamações, moradores de diversos pontos da cidade relatam que as alterações no gosto, cheiro e aspecto da água continuam, desafiando as notas oficiais da Sabesp que garantem a normalidade do serviço.
Diante da persistência do cenário, o prefeito Danilo Barros voltou a cobrar a concessionária de forma incisiva. Segundo o prefeito, a mudança na cor e no odor percebida pela população nos últimos dias não pode ser aceita como algo comum.
Barros ressaltou que, embora o município reconheça os avanços em obras de infraestrutura, o momento exige respostas mais rápidas e soluções efetivas, já que a paciência dos moradores está se esgotando. A administração municipal já levou o caso à Arsesp (Órgão Fiscalizador do Estado), exigindo que a agência reguladora fiscalize a fundo o que está ocorrendo em Paulínia e região.
A Sabesp sustenta que o problema é causado por uma "condição ambiental específica" e que o consumo da água não oferece riscos à saúde. Para tentar conter a crise, a companhia mobilizou uma força-tarefa com 20 profissionais e intensificou o monitoramento laboratorial em tempo real.
No entanto, para muitos quem abre a torneira em casa, as medidas da empresa ainda não surtiram efeito prático. Os relatos de água com sabor e odor estranhos continuam chegando diariamente, gerando insegurança no consumo doméstico.
O prefeito Danilo Barros reafirmou que o dever da Prefeitura é agir em defesa do cidadão e que a gestão continuará acompanhando o caso "de perto", pressionando a Sabesp até que a água retorne ao seu padrão de qualidade. A população aguarda agora um prazo concreto para que a tal "condição ambiental" seja superada e o abastecimento normalize de fato.
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